Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Blog da Semana: Corta-Fitas

Já poderia e se calhar deveria ter sido meu blog da semana. Mas é mais justo que o seja agora, porque está a comemorar dois anos e terá chegado, enfim, à maturidade no formato que adoptou, na forma como cresceu e se desenvolveu.
Falo-vos do “Corta-Fitas”, um dos blogues que mais cito nesta Janela, por razões óbvias: com um corpo de colaboradores de mais de uma dúzia de pessoas, todas jornalistas ou repórteres de imagem, é um dos espaços que garante maior cobertura da actualidade. E, isso é de notar, maior diversidade, da esquerda à direita. É um blog bem disposto, de bem com a vida, apesar dos ódios de estimação e das paixões dos seus colaboradores.

Falo à vontade pois ali há gente com quem consigo estar sempre em desacordo, ou quase, como Francisco Almeida Leite, e pessoas que facilmente reúnem consenso, como o Pedro Correia. Não distingo ninguém: o Corta-fitas vai de cima a baixo, juntando no mesmo ecrã a Cristina Ferreira de Almeida e o João Villalobos, o Luís Naves e o Duarte Calvão, o Fernando Sobral e a Maria Inês Almeida, entre outros. Gerações diferentes, percursos divergentes, mas algo em comum: gosto em escrever, gosto em manifestar opinião, gosto em partilhar conhecimento e ideias. Na maioria dos casos, sentido de humor também...

Não tendo um projecto politico, tem um valor especial na minha avaliação do universo blogoesférico. Porque aqui reside apenas, e só, o gosto em estar e fazer e intervir. Sem mais militâncias.

“Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios” – lá está ainda o rol das promessas do primeiro dia. Passaram dois anos, o blog é hoje adulto, tem rubricas fixas – eu não perco Palavras que Odeio, e menos ainda os Domingos de João Távora -, tem a personalidade de uma revista e a atenção de um jornal.

É naturalmente um trabalho jornalístico – mas sincero, puro, e acima de tudo feito com paixão e dedicação. É o meu blog da semana.

Fica em 

Já poderia e se calhar deveria ter sido meu blog da semana. Mas é mais justo que o seja agora, porque está a comemorar dois anose terá chegado, enfim, à maturidade no formato que adoptou, na forma como cresceu e se desenvolveu.

Falo-vos do “Corta-Fitas”, um dos blogues que mais cito nesta Janela, por razões óbvias: com um corpo de colaboradores de mais de uma dúzia de pessoas, todas jornalistas ou repórteres de imagem, é um dos espaços que garante maior cobertura da actualidade. E, isso é de notar, maior diversidade, da esquerda à direita. É um blog bem disposto, de bem com a vida, apesar dos ódios de estimação e das paixões dos seus colaboradores.

Falo à vontade pois ali há gente com quem consigo estar sempre em desacordo, ou quase, como Francisco Almeida Leite, e pessoas que facilmente reúnem consenso, como o Pedro Correia. Não distingo ninguém: o Corta-fitas vai de cima a baixo, juntando no mesmo ecrã a Cristina Ferreira de Almeida e o João Villalobos, o Luís Naves e o Duarte Calvão, o Fernando Sobral e a Maria Inês Almeida, entre outros. Gerações diferentes, percursos divergentes, mas algo em comum: gosto em escrever, gosto em manifestar opinião, gosto em partilhar conhecimento e ideias. Na maioria dos casos, sentido de humor também...

Não tendo um projecto politico, tem um valor especial na minha avaliação do universo blogoesférico. Porque aqui reside apenas, e só, o gosto em estar e fazer e intervir. Sem mais militâncias.

“Inaugurações, implosões, panegíricos e vitupérios” – lá está ainda o rol das promessas do primeiro dia. Passaram dois anos, o blog é hoje adulto, tem rubricas fixas – eu não perco Palavras que Odeio, e menos ainda os Domingos de João Távora -, tem a personalidade de uma revista e a atenção de um jornal.

É naturalmente um trabalho jornalístico – mas sincero, puro, e acima de tudo feito com paixão e dedicação. É o meu blog da semana.

Fica em http://corta-fitas.blogspot.com corta-fitas.blogspot.com. E está de parabéns pela entrada no 3º ano de vida...

. E está de parabéns pela entrada no 3º ano de vida...

publicado por PRD às 19:01
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PRD

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Estes textos são escritos para serem “falados”, ou “lidos”, pelo que não só têm algumas marca de oralidade (evidentemente, propositadas...) como é meu hábito improvisar um pouco “em cima deles” no momento em que gravo a rubrica. Também é relevante dizer que, dado tratar-se de uma “revista de blog’s” – e uma vez que os blog’s não se preocupam com a oralidade ou com a eventual citação lida dos seus textos -, tomo a liberdade de editar minimamente os textos que selecciono. Faço-o apenas para que, em rádio, não se perca a ideia do blogger pelo facto de escrever frases longas e muito entrecortadas. Da mesma forma, não reproduzo palavrões nem frases pessoalmente ofensivas, assim como evito acusações cuja possibilidade de prova é diminuta ou inexistente. Sendo uma humilde crónica de rádio, tinha ainda assim de ter alguns princípios. São estes. Quem tiver razão de queixa, não hesite!

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